18 agosto, 2009

Bagatela

Minhas angustias de conduta são fúteis, cada vez mais fúteis, infinitamente fúteis. Se o outro ocasionalmente ou negligentemente, me dá o número do seu telefone fico logo afobada: devo ou não devo lhe telefonar? Seria um convite discreto para fazer uso dele imediatamente, por prazer, ou apenas caso fosse preciso, por necessidade?
Ás vezes me cansa de tanto deliberar sobre "nada".

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