06 fevereiro, 2009

Só vou me curar quando disser adeus

- Pare de fingir que você não se importa!
- Mas, eu me importo...
- Eu queria saber o que a gente é.
- Há coisas que é melhor não entender.
- O tempo vai gravar a sua voz em mim, pra toda vez que eu precisar lembrar de algum motivo pra sorrir.
- Cale a boca! Eu te odeio – uma única lágrima escapou de meus olhos -, odeio você e odeio tudo o que você me faz sentir.
- Não me odeie, eu já faço isso por nós dois.


5 comentários :

Daniel Maia Silveira disse...

Da mesma forma como aprendemos a criar laços, devemos aprender a desfazê-los também.

Desfazer estes laços não é algo fácil, mas necessário - principalmente quando estes laços nos fazem mal.

Nem toda relação é positiva e o coração nem sempre sabe discernir sobre aquilo que é o melhor. Levantar a cabeça e seguir em frente ajuda bastante.

Bjo

ARCANO disse...

Malditos laços.
Maldito coração.

Manny disse...

Tem uma coisa pra ti no meu blog!

Jefferson disse...

Nossa, falando em laços, Lully!

"Não sabia de onde lhe viera o costume de andar sempre com barbantes nos bolsos, de juntar fios coloridos e metê-los entre as páginas dos livros, de fabricar todo o tipo de figuras com essas coisas e com cola. (...) Difícil explicar-lhe que, quanto mais frágil e perecível era o seu desenho, mais liberdade tinha para fazê-lo e desfazê-lo".

Do livro "O jogo da amarelinha"

Fernanda disse...

Ola, vc escreve intensamente bem, mais q isso, vc mexe com as pessoas... Muito profundo isso, certamente vou passar o dia pensando na ultima frase. Muito bom!!!!

Fernanda